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Presente

16 de dezembro de 2008 por M. Boudakian · 8 Comentários · Vinagre

São vinte para as quatro da manhã. A única coisa que eu consigo pensar é que eu preciso ganhar um despertador que me acorde a pancada. Não dá mais para perder o horário, ainda mais nessa semana infernal.

 

Tudo bem. De qualquer forma não vou ganhar um despertador mesmo. Além do que é impossível eu vir a ter um despertador que funcione, só se ele fosse meu alter-ego.

 

Chega disso, falemos de presentes, que belo dia.

 

Eu sempre gostei de ganhar presentes, desde pequeno. Mesmo os presentes inúteis acabavam por me servir de alguma coisa. Nem que fosse para explodi-los com bombinhas de festa junina.

 

Hoje em dia, porém eu me divirto mais comprando e dando presentes do que recebendo. Por mais cansativo e mala que seja, principalmente agora no Natal, é sempre um desafio escolher alguma coisa original para as pessoas.

 

Que fique claro. Pessoas são minha namorada, pais e irmãos. Eventualmente algum amigo que oferece uma festa de aniversário. O resto não ganha presente. Eu não tenho cara de Papai Noel né?

 

E por mais piegas que pareça eu adoro quando chega dia 24, e trocamos presentes. Parece-me um momento genuinamente familiar. Acordar, todo mundo de semi acordado em volta da árvore. Cada um fazendo um discurso mais sem nexo que o outro. É uma das poucas coisas que ainda dá para fazer em família sem stress.

 

Ontem o MM falou de amigo secreto. Eu odeio amigo secreto. Não serve para nada. Se o pessoal da firma quer sair para beber, que saiam para beber, não precisam trocar presentes. Além de ser um ritual sacal para quem participa, é quase um martírio para quem está do lado e precisa ouvir a gritaria de gente bêbada.

 

Certamente para passar bem essa semana, em qualquer bar ou restaurante da cidade, seria bom ganhar protetores auriculares de presente.

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8 comentários postado(s) ↓

  • 1 Jane // ago 26, 2010 at 14:09

    In harry’s time, at some dated, our inner foment goes out. It is then burst into zeal by an encounter with another magnanimous being. We should all be glad for the duration of those people who rekindle the inner inspiration

  • 2 Anna // ago 17, 2010 at 16:36

    In the whole world’s sustenance, at some occasion, our inner foment goes out. It is then bust into zeal by an contend with with another hominoid being. We should all be under obligation for those people who rekindle the inner spirit

  • 3 Aisha // jul 13, 2010 at 11:58

    In every tom’s life, at some pass‚, our inner fire goes out. It is then blow up into passion by an contend with with another benign being. We should all be glad for those people who rekindle the inner transport

  • 4 Movado Sapphire // jul 12, 2010 at 8:35

    To be a noble lenient being is to from a philanthropic of openness to the in the seventh heaven, an cleverness to trusteeship aleatory things beyond your own pilot, that can lead you to be shattered in hugely exceptional circumstances pro which you were not to blame. That says something very important about the condition of the honest compulsion: that it is based on a trustworthiness in the unpredictable and on a willingness to be exposed; it’s based on being more like a spy than like a sparkler, something fairly tenuous, but whose very item attractiveness is inseparable from that fragility.

  • 5 WAOgCj // fev 19, 2010 at 16:44

    NbFEonIt

  • 6 UKcRcc // jan 2, 2010 at 10:51

    Hi! rFPLIa

  • 7 Fernanda // dez 16, 2008 at 19:25

    Ah!! Esqueci!!
    Eu tbém prefiro dar presentes que ganhar :P

  • 8 Fernanda // dez 16, 2008 at 13:54

    Não vou comentar afinal foi escrito às 4 da manhã. Merece perdão!

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