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Entries from novembro 2008

Paixão duradoura…

28 de novembro de 2008 por MM · 13 Comentários · Aconteceu Comigo

Toda sexta à noite íamos a uma hamburgueria que se chamava New Deck. Ficava onde hoje é o restaurante Barbacoa, no Itaim Bibi aqui em São Paulo. Era sagrado, todo mundo fazia faculdade à noite e depois da aula era lá o ponto de encontro.

 

Na época eu estava solteiro e como sempre fui de me apaixonar facilmente, olhei na mesa de frente à nossa e lá estava minha futura paixão. Nariz torto – sim, tenho um fraco por mulheres que tem aquele ossinho do nariz saltado – morena, bonita, charmosa, cabelos longos e… acompanhada. Passo horas flertando com ela. Ela corresponde…

 

A cabeça dos homens é estranha. Se nossa acompanhante flerta com outro cara é vagabunda, se a acompanhante de outro cara flerta conosco é o que? Ah, é qualquer coisa, menos sem vergonha. Bem, ela era isso… qualquer coisa…

 

De repente, mais de duas da manhã ela e o coitado do chifrudo se levantam e vão embora. Eu adorava seguir mulheres e incentivado pelo amigo Caio, levantei-me e disse: Dane-se, vou atrás dela até o fim do mundo, estou apaixonado e paixão vale qualquer loucura…

 

Entro no meu carro e saio seguindo o carro do corno pelas ruas de São Paulo. Eles vão para o Morumbi, estacionam na frente de uma casa imensa. Ela se despede, entra e ele parte. Eu fiquei parado na esquina, vi tudo de longe e assim que ele se foi, passei em frente da casa dela para memorizar o endereço.

 

Ok, endereço anotado e… e o que? O que fazer com isso agora? Sei onde ela mora, não faço a menor idéia de quem ela é, nem o nome eu sei… Ah, amanhã eu penso nisso.

 

Acordo no sábado e vou até a casa dela. Pronto agora sim. Parado em frente a uma mansão, sem saber o que fazer. Que beleza… MM, como você é tolinho…

 

De repente, sai por uma portinha um jardineiro, piscineiro, empregado… Desço do carro e…

 

- Bom dia… tenho uma entrega para fazer para a dona… dona…

- Bom dia. Dona Wanda?

- Não, não, para a filha dela, mas esqueci o nome…

 

Nesse momento me arrisquei… imaginei que o “Severino” se referisse à dona da casa como a dona da casa e não a uma menina de pouco mais de 20 anos… Até porque, “Wandas” já nascem com mais de 40, não existe Wanda com 20 aninhos… é lei!

 

- Ah, a filha… Dona Marisa…

- Isso, Marisa… mas ela não tem irmãs, tem?

- Tem não Sr, é filha única…

- Então é Marisa mesmo, agora me lembrei… Ela está?

- O Sr pode entregar a encomenda que eu levo pra ela…

 

Saco!!! Que encomenda??? A encomenda sou eu seu burro!!! (Pensei isso quase que em voz alta…)

 

- Eu tenho que entregar pessoalmente, você pode chamá-la?

- Vou falar com ela…

 

Assim que ele entrou, encostei no meu carro e pensei… Que merda é essa que estou fazendo?

 

Nesse momento ela sai…

 

- Nossa! É você? Como descobriu… o que tá fazendo aqui?

- Sendo curto e grosso como sempre fui, acostume-se: Eu te segui porque me apaixonei por você, pelo seu sorriso e pelo seu nariz torto! O que estou fazendo aqui? Simples, vim te buscar para sairmos. Hoje você passará o dia comigo e quando chegar à noite, seu namorado deixará de existir pra você!

- Você é louco? (Rindo muito) Que história mais maluca! E nariz torto tem sua avó. (Ainda rindo)

- Vou te explicar essa coisa do nariz no caminho.

- Caminho pra onde?

- Sei lá, um caminho qualquer. Vai, vamos embora…

- Acha que vou entrar no carro de um estranho assim? Sem te conhecer?

- Prazer, meu nome é Marcelo.

- Louco.

- Sim, somos dois porque você quer fazer essa loucura, então não perca tempo, vamos logo antes que eu desista…(Rindo)

- Espera, vou pegar minha bolsa…

 

E foi exatamente o que aconteceu… o final da história? Ah, simples como todas as histórias das grandes paixões, dos grande amores à primeira vista… Ficamos juntos por mais de… bem, na verdade, por menos de 42 dias…

 

Odeio quando minhas teorias funcionam…

 

MM

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5 coisas de mulher que deixam os homens irados

27 de novembro de 2008 por Bruno Bellucci · 6 Comentários · Agri10

  1. Esquecer de comprar cerveja no mercado.
  2. Falar que está pronta quando não está.
  3. Achar que sabemos o que passa na cabeça de vocês.
  4. Não topar fazer sexo a três com a amiga.
  5. Ter dor de cabeça.

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Azeite – Ira

27 de novembro de 2008 por Kris Arruda · 8 Comentários · Azeite

Odeio ficar irado. Perco completamente a razão e o controle, e geralmente me transformo no que não gosto. Por isso, procuro sempre me controlar e relevar. Ë um processo árduo mas venho recolhendo frutos ao longo dos anos. Mas de uma coisa nunca me livrei, a ira silenciosa.

Pessoas que ficam muito íntimas minhas, invariavelmente acabam tendo medo de mim. E imagino que falo aqui sozinho, não acredito que muitas pessoas causem esse efeito da mesma maneira que eu, portanto me desculpem se isso soar como desabafo ou sessão terapêutica.

Sou naturalmente opressor, tenho um modo de lidar com gente e situações que me transformam num dos maiores monstros sem praticamente rugir. Basta bradar poucas vezes para passar meu recado e recolher frutos eternos. E o pior de tudo isso, não tenho intenção.

Minha maneira de ser sincero não é nada sutil, é dolorida e crua, o que me traz problemas a longo prazo, se mentisse era capaz que tivesse que lidar apenas com problemas menores, mas fazer o que? Falo para quem quiser ouvir o que gosto ou nao, aprovo ou não, cheio de julgamentos e decretos. E são essas coisas que constroem o mito.

Não demora muito e qualquer um já sabe minha opinião sobre qualquer coisa, não precisando me perguntar se eu aceitaria ou gostaria mais. Muitas vezes as pessoas acertam, mas em outras erram feio. Pois por mais duro que eu pareça tenho constante maleabilidade, como o vidro que é liquido mas demora muito tempo para deixar sua forma dura e aparentemente imutável. Com medo de quebrar esse vidro, ninguém tenta mudar sua forma.

A ira silenciosa é herança genética sem dúvida, e como boa parte dela, vivo em guerra interna para, com minha razão e análise, de alguma maneira anular traços desagradáveis deste código genético. O que vocês podem imaginar, não é nada fácil. No fundo é apenas a guerra que todos temos entre o que somos e o que queremos ser. Haja terapia.

Como deve ter ficado bem claro, se tem um pecado que acho completamente dispensável num relacionamento, é a ira. Ainda que meu amigo MM ache que isso pode simplificar as coisas, ainda reluto em ter um relacionamento tranqüilo e fácil. Não me orgulho (como já me orgulhei muito) em ter um gênio difícil. Gosto ainda de ter personalidade forte, de ser autêntico, mas queria muito ser mais “easy-going”. Queria um dia ter alguém do meu lado que conseguisse apenas relaxar e aproveitar. Me assombra a idéia de ser um desafio, um fardo, um preço alto que a maioria das pessoas acaba não conseguindo pagar e abandona no meio das prestações.

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Ana Cecília - 13 Semana

26 de novembro de 2008 por MM · 3 Comentários · Ana Cecília

Ana Cecília está mais tranqüila nessa semana, após passar o feriado na fazenda de Luciano. Pela nossa conversa, parece que valeu à pena ter ido com ele e passar esses 4 dias perto de sua família.

 

- Bom, só posso dizer que foi maravilhoso. Fomos na quarta-feira à noite e chegamos lá de madrugada. Logo na chegada a família dele foi super atenciosa comigo e eu fique mais tranqüila porque estava meio insegura sobre ir ou não, já que não estamos namorando oficialmente.

 

A casa é linda, muito antiga e a decoração rústica é algo que sempre me encanta, tento imaginar como as pessoas viviam naquela época e fiz questão de fotografar tudo. Passamos dias maravilhosos e Luciano finalmente se esqueceu do trabalho, pude conviver com ele mais de perto e isso foi muito bom.

 

Por duas vezes conversamos sobre assumirmos o namoro, mas chegamos à conclusão que no momento, para ambos, é melhor mantermos as coisas como estão.

 

A parte mais complicadinha da viagem foi presenciarmos uma briga entre o Rodrigo e a Valentina, que discutiram à beira da piscina no sábado de manhã e deu para ouvir tudo de onde estávamos. A coisa foi feia e eles foram embora na mesma hora. Ficou um clima muito chato, mas a mãe deles me disse que não são raras as vezes que eles se desentendem.

 

A verdade é que aquela menina é muito chata e pega demais no pé dele. A briga foi porque ele havia recebido um e-mail de alguém e ela, com ciúmes, se descontrolou. Barraco, meninos, barraco daqueles!

 

Eu e o Kris demos muitas risadas na conversa com a Ciça nessa semana. Ela parecia mais leve, menos encanada com as investidas de Luciano. Mas como nem tudo são flores, ela nos conta que o ex namorado ligou e a convidou para jantar, disse que precisava falar com ela e insistiu muito para que ela saísse com ele.

 

Ciça recusou e o comunicou que está “namorando”. Chateado, Matheus desligou o telefone e prometeu deixá-la em paz. Resta agora saber se esse telefonema abalou ou não as estruturas dela, mas aparentemente ela está mesmo disposta a deixar o passado para trás.

 

Sua preocupação agora é outra:

 

- Meninos, sabem se alguém tem ingresso para ver a Madonna? Estou doida para ir ao show e não tenho ingressos, se souberem de alguém que tenha desistido, me avisem. (Risos).

 

É, parece mesmo que ela está em outra vibração…

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7 Pecados - Ira

25 de novembro de 2008 por M. Boudakian · 8 Comentários · Vinagre

Dado que sou um pacato rapaz, nascido e criado na grande Ituverava, metrópole agrícola, onde todos são cordiais e pacíficos, não conheço essa tal de Ira. Só uma ou duas raivas eventualmente.

 

Mentira. Eu era um pacato rapaz. Depois que saí da bolha agrícola e comecei a conviver com essa espécie subdesenvolvida que são as pessoas, não sou mais um resplendor de paciência, calma e serenidade.

 

Quando você é novo, todo mundo tem lá sua utilidade. Seus pais provêm seu sustento emocional e financeiro, seus amigos te ajudam a brincar de brincadeiras que exigem mais de uma pessoa. Seus tios e tias dão presentes de Natal, Ovos de páscoa entre outros regalos.

 

Isso nem é verdade muitas vezes, mas parece. E o que parece está bom, desde que mantenha o disfarce pelo tempo necessário.

 

Depois de mais velho e sábio, tenho que admitir, as pessoas perdem sua função básica e você começa a se perguntar para que diabos elas servem. E nem falo dos exemplos acima, falo de todo o resto.

 

Esse resto tem a simples e diária função de me tirar do sério. Às vezes eu acho que talvez Deus realmente exista e que o convívio com os “iguais” é um teste de fé. É uma pena que eu tenha sido tão bom aluno na escola e falhe nesses testes todos os dias. Minha fé vai embora pelo ralo todos os dias.

 

Ainda assim acho que esse comportamento pouco sociável não se classifica como Ira, afinal me parece que coisas terríveis acontecem quando as pessoas ficam iradas. Comigo, entretanto só acontecem coisas tediosas, as terríveis ficam para os filmes de monstros e para os jantares do MM.

 

Esse mesmo MM, meu chefe, guru e sábio do morro, que fica nervoso com as mulheres que perguntam. É um tolerante. Eu penso que a maioria das pessoas falam demais, deveria haver uma cota ou coisa assim. Só se pode falar tantas palavras por dia. A pena por ter ultrapassado esse limite seria a mudez provisória até o conselho deliberativo definir uma data de retorno da emissão de sons pelo indivíduo.

 

Certamente se Deus existisse, ele já teria pensado nisso.

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Pirâmides

25 de novembro de 2008 por Zuluah Fernandez · 5 Comentários · Esocética

Ai gente, não resisti resolvi mandar construir uma pirâmide. Vou colocar na minha casa, num quarto que eu uso para meditação, chamo esse quarto de Cantinho da Energia.

 

Resolvi fazer isso depois desse feriado. Fui para a casa de uma amiga lá na praia de Juqueí, no litoral norte de São Paulo. Ela fez uma pirâmide e colocou no jardim da casa. Conversamos muito sobre o assunto e pirâmides sempre me fascinaram.

 

Fui para lá e meditei por mais de uma hora dentro da pirâmide da casa da Julia, e fiquem vocês sabendo que saí uma pessoa renovada. É incrível o poder dessas coisas.

 

Essa minha amiga tem 46 anos, mas se vocês a vissem, não dariam mais do que 35. A pele dela, a energia, o vigor físico então, são de uma menina. O marido dela que o diga, numa de nossas brincadeiras num churrasco (maravilhoso), ele disse que está “acabado”.

 

Voltei no domingo de manhã e já fui correndo fazer pesquisas sobre a energia das pirâmides. Achei uma porção de sites relacionados, mas o mais interessante é um artigo do Comunidade Espiritual

 

Lá eles explicam direitinho o poder das pirâmides. Vale muito a pena dar uma lida.

 

No mais, queria salientar que no sábado quando fui meditar logo pela manhã, tive uma sensação que nunca havia sentido. Foi uma experiência única. Em um determinado momento eu comecei a chorar assim do nada, sem nenhuma explicação. Eu sou de me emocionar facilmente, mas sempre quando há um motivo.

 

Eu não estou num momento triste da minha vida, muito pelo contrario, estou feliz da vida. Mas de repente comecei a chorar de soluçar. Como se fosse uma descarga emocional, uma limpeza das impurezas que porventura estavam dentro de mim.

 

Gente, não tem explicação, mas a verdade é que saí de lá uma outra pessoa. Fui uma experiência incrível e ainda não tenho todas as respostas para os motivos que me levaram a chorar tanto sem motivo.

 

Vou conversar com um especialista sobre o assunto e espero obter as respostas.

 

Aproveito para agradecer aos amigos tão queridos, Julia e Paulo Cesar pelo maravilhoso fim de semana que me proporcionaram. Para quem não conhece, a praia de Juqueí é lindíssima e vocês precisam conhecer.

 

Número da semana é 5.

 

Semana que vem começo a dar dicas para as simpatias de final de ano.

 

Bjokinhas,

 

 

 

Zuluah

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Ira

24 de novembro de 2008 por MM · 7 Comentários · Sal

Difícil falar sobre isso num espaço tão pequeno, isso porque sou daquele tipo chiliquento, tudo e todos me deixam irado por qualquer motivo. Não sei ao certo por que sou desse jeito, já tentei descobrir na terapia, mas como não dou muita importância a isso, sempre deixo para depois essa tentativa de descoberta.

 

A verdade é que deve ser muito ruim conviver comigo, eu mesmo não agüentaria uma pessoa tão irada desse jeito. Enfim, azar de quem estiver por perto.

 

O legal disso tudo é que eu costumo deixar as coisas bem claras, logo aviso o que me irrita num relacionamento, mas a verdade é que isso pouco adianta. Uma vez bipolar, sempre bipolar e o que me irrita hoje pode não me irritar amanhã.

 

Mas algumas coisas são “fixas” e a pior delas, sem sobra de dúvidas e aquela mulher tipo… “Mulher Pergunta”.

 

Não sei se dou azar ou se todas são assim, isso não vem ao caso, mas o fato é que eu tive esse tipo de mulher nos meus últimos relacionamentos. A “Mulher Pergunta” é aquela que faz perguntas o dia todo sobre tudo, inclusive sobre o que ela já sabe a resposta.

 

Nada me irrita mais do que responder perguntas, nada. Ainda mais quando são feitas pela manhã. Eu sou do tipo que acorda num mau humor que dá até medo, odeio acordar, odeio com todas as minhas forças. Se já sou “obrigado” a acordar, imaginem “ter” que responder perguntas logo cedo…

 

Hoje em dia sou casado com uma mulher assim, ela pergunta tudo o tempo todo. Ela é do tipo que pergunta coisas que não fazem o menor sentido…

 

Apenas para exemplificar, ontem mesmo ela abusou…

 

Saímos para comer à noite, pois ela estava com vontade de tomar Milk Shake… (Outra coisa que odeio é sair domingo à noite). Na lanchonete ela não pediu o que estava com vontade, pediu suco sei lá de que… Até aí normal, fêmeas mudam de idéia tanto quanto trocam de bolsa. Assim que ela acabou seu sanduíche, pediu um sorvete daqueles imensos. Eu estava no meu segundo cheese salada e ÓBVIO que não tinha como provar o sorvete dela…

 

Pergunto: Alguma fêmea deste mundo entende o óbvio? Não, nenhuma, pelo menos não que eu conheça. Estou lá dando mordidas no meu hamburger e ela perguntando se quero provar o sorvete…

 

Na boa, isso não faz sentindo na minha cabeça. Já não faz sentido elas perguntarem – alegando que é por educação – se quero experimentar a comida delas, imaginem tomar sorvete com cheese salada…

 

É isso, basicamente tudo me deixa irado a ponto de esbravejar mesmo, mas o que mais irrita são as perguntas constantes, sem sentido. O resto me irrita menos.

 

Quem sabe um dia ela aprende…

 

Sendo justo, ela até que parou de fazer as tais perguntas de manhã, mas volta e meia ela tem uma recaída ou outra, mas no todo, ela só começa o questionário ao meio dia…

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Editorial

24 de novembro de 2008 por Kris Arruda · 4 Comentários · Editorial

Ira é um pecado tão conhecido que não precisa ser explicado. Todo mundo sente raiva de alguma coisa ou alguém, é natural, milhões de coisas podem disparar a ira, traições, mentiras, diferença de opiniões, tudo depende do tamanho do seu pavio.

A ira, apesar de ter uma característica terapêutica, também nos tira a única coisa que nos difere de bichos selvagens. A razão. Perdemos o controle, falamos o que não devíamos, ou até devíamos, mas da maneira certa.

Ache bom ou ruim, seja calmo ou não, todos temos nossos momentos de raiva, onde não queremos ficar calmos, ou em paz, queremos é ver o circo pegar fogo. Queremos desabafar, provar, reclamar, e o negocio é saber lidar com isso. Evitando, libertando? Veremos essa semana.

Zuluah depois de falar sobre o fim do mundo, bem que poderia trazer umas boas notícias dos astros ou coisa parecida.

Vamos saber como foi o feriado da Ciça na fazendo do Luciano, e como foi conhecer toda sua família.

No agri10 o Bruno traz a lista das coisas que deixam os homens mais bravos com qualquer mulher e no aconteceu comigo mais uma historinha canalha do MM.

Boa semana a todos.

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La Vie En Rose

21 de novembro de 2008 por Kris Arruda · 5 Comentários · Aconteceu Comigo

Ela ia viajar para estudar francês um mês em Paris, e antes de ir para o aeroporto fomos tomar café da manhã. O clima de enterro era inevitável, desde que estávamos juntos, nunca ficamos tanto tempo separados. E obviamente nossos sentimentos eram um misto de medo e tristeza sem fim.

Chegamos num bistrô logo cedo e evitávamos falar sobre o assunto, fingíamos que era apenas mais um dia, que estaríamos juntos mais tarde, que tudo continuaria igual. Mas por dentro sabíamos que nem a teoria ou prática eram essas. Alem de não estarmos próximos fisicamente, também tínhamos o medo do que essa viagem pudesse causar dentro de nós. Dois ciumentos de carteirinha.

Quando começava a chegar perto a hora de ir, paramos de fingir, conversamos como seriam nossos cotidianos, como e quando conversaríamos, o quanto sentiríamos saudades. Após terminar os últimos pãezinhos e sucos de laranja nos levantamos e desesperados por dentro, fomos pagar a conta.

Entramos na fila do caixa que ficava na padaria ao lado. O sábado de sol trazia muita gente que deixavam os balcões lotados de médias e pães na chapa. A claridade invadia o salão pelas grandes janelas de vidro, e destoando daquilo tudo, apenas uma dupla de senhores, que com voz e violão, construíam a trilha sonora da acolhedora e melancólica manhã.

Lentamente e abraçados como se nunca mais fossemos nos ver, progredíamos na fila, mais rápido do que desejávamos. Já próximos da moça que cobrava os clientes incessantemente, ouvi os primeiros acordes de uma música que sempre gostei. Em qualquer interpretação, La Vie En Rose me agrada, mas a providência de tal canção justamente naquele momento a tornou imbatível.

A puxei pelo braço, colamos nossos rostos, e a menina que morria de vergonha de dançar em locais estranhos se deixou levar, esquecendo da fila, das pessoas, do avião, dançamos, no meio do salão de uma padaria, no meio da manhã, no meio do ano. Quando a música acabou, nos olhamos, e sem precisar de palavras dissemos tudo que precisávamos ouvir. Pagamos a caixa com os olhos cheio de lágrimas, nós três, e nos despedimos da melhor dança que já tivemos.

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8 coisas que deixam os homens com preguiça das mulheres

20 de novembro de 2008 por Bruno Bellucci · 5 Comentários · Agri10

  1. Conversar mais do que quinze minutos
  2. Conversar no telefone mais do que cinco minutos
  3. Discutir relação mais do que zero minutos
  4. Ficar por cima
  5. Inteligência demais
  6. Burrice demais
  7. Feminismo
  8. Buxada

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